QUANDO A VIDA ESTÁ EM CRISE...
sábado, 24 de fevereiro de 2007
Costuma dizer-se que «uma desgraça nunca vem só» e, geralmente, este ditado revela-se verdadeiro. Quando existem problemas numa determinada área da nossa vida (sejam eles do tipo profissional, afectivo, académico, físico ou espiritual) é certo e sabido que os mesmos problemas acabarão por contaminar outras áreas. Por vezes, só nos apercebemos dos danos causados por um único problema quando a nossa vida fica caótica e sem direcção definida.
Nestes casos e sobretudo quando tudo parece perdido, a solução mais imediata e racional é... estancar sem delongas a hemorragia, procurando entender e identificar a situação que originou o «descalabro», ou pelo menos tentar delimitar a situação que mais nos preocupa de momento.
Depois, trata-se de enfrentar a situação! Isto não significa lançar feitiços a torto e a direito e/ou fazer rituais a todos os Deuses para que as coisas funcionem como queremos. É NECESSÁRIO PARAR E AVALIAR A VERDADEIRA NATUREZA DO PROBLEMA, isto é, identificar as causas profundas e não apenas os sinais de que algo não está bem.
Em primeiro lugar, trata-se de um problema, ou seja, de um obstáculo que impede a nossa evolução? Ou é, antes, uma mudança necessária a que opomos resistência ao sairmos da nossa zona de segurança e de conforto?
Em segundo lugar, qual é a finalidade desta situação? É gratuita e/ou excessiva ou constitui uma fonte de aprendizagem? Poderá ser um teste para ver até que ponto cumprimos promessas e/ou palavras pronunciadas, tantas vezes, impensadamente? Será um resgate por acções do passado?
Finalmente, se o pior acontecer, como influenciará a nossa vida? Existirão alternativas que permitam a nossa evolução futura?
Costumo pensar que, se um dado problema perder a relevância no prazo de seis meses ou de um ano, então não vale a pena preocupar-me com ele!
As situações realmente graves são irreversíveis, tais como situações em que consideramos a hipótese de suicídio (por vezes escamoteada sob a forma de uma auto-destruição lenta), a auto-mutilação, o aborto, a eutanásia, o abandono de alguém a nosso cargo, a partida por tempo indeterminado do nosso país de nascimento/ acolhimento, entre outras. Na minha opinião, são estas as situações que realmente definem a nossa postura perante a existência, a Criação e os Deuses Ancestrais.
Nestes casos e sobretudo quando tudo parece perdido, a solução mais imediata e racional é... estancar sem delongas a hemorragia, procurando entender e identificar a situação que originou o «descalabro», ou pelo menos tentar delimitar a situação que mais nos preocupa de momento.
Depois, trata-se de enfrentar a situação! Isto não significa lançar feitiços a torto e a direito e/ou fazer rituais a todos os Deuses para que as coisas funcionem como queremos. É NECESSÁRIO PARAR E AVALIAR A VERDADEIRA NATUREZA DO PROBLEMA, isto é, identificar as causas profundas e não apenas os sinais de que algo não está bem.
Em primeiro lugar, trata-se de um problema, ou seja, de um obstáculo que impede a nossa evolução? Ou é, antes, uma mudança necessária a que opomos resistência ao sairmos da nossa zona de segurança e de conforto?
Em segundo lugar, qual é a finalidade desta situação? É gratuita e/ou excessiva ou constitui uma fonte de aprendizagem? Poderá ser um teste para ver até que ponto cumprimos promessas e/ou palavras pronunciadas, tantas vezes, impensadamente? Será um resgate por acções do passado?
Finalmente, se o pior acontecer, como influenciará a nossa vida? Existirão alternativas que permitam a nossa evolução futura?
Costumo pensar que, se um dado problema perder a relevância no prazo de seis meses ou de um ano, então não vale a pena preocupar-me com ele!
As situações realmente graves são irreversíveis, tais como situações em que consideramos a hipótese de suicídio (por vezes escamoteada sob a forma de uma auto-destruição lenta), a auto-mutilação, o aborto, a eutanásia, o abandono de alguém a nosso cargo, a partida por tempo indeterminado do nosso país de nascimento/ acolhimento, entre outras. Na minha opinião, são estas as situações que realmente definem a nossa postura perante a existência, a Criação e os Deuses Ancestrais.
Posted bySara Timóteo at 10:40 1 comments
Labels: crise, magia como recurso, problemas
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